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Elaine Rosa, o coringa da TI da Med Imagem

Enfermeira de formação e acostumada com desafios, Elaine é atualmente analista de negócios do setor de Tecnologia da Informação (TI) do Grupo Med Imagem.

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Publicado em: 03 de dezembro de 2018
Elaine Rosa e parte da equipe do setor de Tecnologia da Informação (TI) da Med Imagem

Tranquidade e motivação podem parecer qualidades excludentes para quem não conheceu ainda a Elaine Rosa Soares. Enfermeira de formação e acostumada com desafios, Elaine é atualmente analista de negócios do setor de Tecnologia da Informação (TI) da Med Imagem. Apesar da área ser majoritariamente ocupada por homens, Elaine deixa cair por terra preconceitos ao afirmar que trabalho em equipe é ótimo e que nunca sentiu nenhuma dificuldade por ser a única mulher do setor. Segundo ela, o seu trabalho foi trazer para a TI a experiência com as rotinas do corpo clínico do hospital e atendimento ao paciente e aplicar isso na melhoria do sistema de informação. Apaixonada pelo trabalho que faz, Elaine está agora engajada em terminar uma pós-graduação em Gestão Hospitalar e envolvida com o projeto fortalecimento do Setor de Qualidade da Med Imagem. Com tantas atribuições, ela afirma ainda ter tempo de cuidar do filho Bruce, de 12 anos, da casa, ir para a academia e estudar. O segredo disso, segundo, ela, fazer o que gosta.

Med Imagem - Você vem da enfermagem, como foi, então, passar a integrar o setor de Tecnologia da Informação do hospital, uma área bem diferente da sua formação?

Elaine Rosa Soares - O Grupo Med Imagem adquiriu há aproximadamente três anos um sistema de gestão hospitalar que, para ser implantando, precisava ser revisto. Nós precisávamos de alguém que entendesse como o sistema e a assistência médica funcionavam e adequasse esses dois conhecimentos a processos de sistema de informação para faciliatar que faz o manuseio dele.

MI –   Você é a única mulher no setor de TI, não é, como foi essa recepção numa área majoritarimente ocupada por homens?

ER – Sim, são 12 homens e um segredo (descontrai).

MI – Você sentiu alguma dificuldade de aceitação no início?

ER – Não, porque como o setor era aberto a esse conhecimento, então, eles necessitavam de uma opinião técnica da área de enfermagem. Eles me solicitavam antes de eu integrar o setor como enfermeira, porque eu comecei a trabalhar com a TI como uma usuária-chave do sistema e só depois fui incorpada como funcionária da TI.

MI – Teve algum outro diferencial na sua incorporação ao setor?

ERS – Acho que no engajamento da equipe, porque antes de termos um sistema de tecnologia da informação integrado aqui na Med Imagem, nós tínhamos muito a parte de suporte, não de fazer estratégias de ação. Não digo que foi com a minha chegada que isso aconteceu, mas eu participei desse processo. Eu vejo muito pela equipe. Sou uma peça na equipe, tenho o linguajar técnico do corpo clínico, que sabe o que é uma parada cardíaca, que sabe a velocidade de resposta necessária para uma prescrição de urgência, de emergência, eu sei que esses itens, por exemplo, devem estar mais próximos no sistema de onde estão o que se referem aos medicamentos de rotina, então, eu pego essa informação e repasso para os meus colegas.

MI – Você está fazendo uma pós-graduação em Gestão Hospitalar, no que isso agrega às tuas funções hoje dentro da TI?

ER – A TI hoje não é vista só como uma central de processamento de dados. Através do seu trabalho podemos coletar informações que nos levem a fazer investimentos em determinado setor, remanejamentos em outro, então, a mensuração dos dados da TI é importante para a gestão do hospital. Então, é um setor que sozinho agrega todos os outros setores, por isso, entender o funcionamento do hospital é importante. Essa pós-graduação está abrindo ainda mais os meus olhos para as demandas do hospital como um todo.

MI – E você agora está com um novo projeto de atuação na Med Imagem , no setor de Qualidade?

ER – Primeiro, nós consolidamos a implantação do sistema integrado da TI e agora nosso objetivo é olhar mais atentamente ainda para o nosso cliente. Se ele está recebendo um serviço de excelência, se o médico, o enfermeiro, o recepcionista, a hotelaria, o call center, se todos esses setores estão afinados com a missão da empresa. Para isso é que estou com esse projeto no setor de Qualidade. Nós já temos um núcleo nessa área atuante na Med Imagem, mas a ideia é ampliar e fortalecê-lo. Porque da mesma forma que me engajei como enfermeira da UTI, como analista de negócios na TI, agora o momento é olhar para a  empresa como um todo.  

MI – Você parece que gosta de desafios, não é? E tantas atividades não te assustam?

ERS –  Eu sou movida a desafios, eu adoro desafios e, sim, me assusta,me assusta bastante, mas eu transformo esse medo inicial em um impulsionador para continuar avançando.

MI – E dá tempo fazer tudo isso e viver?

ERS – Eu sou mãe, eu cuido da casa, faço academia, estudo e, claro, eu sou apaixonada pelo meu trabalho, eu gosto muito mesmo. Eu sou daquelas pessoas que sai do trabalho cansada, mas com aquela satisfação e todos os dias eu me sinto realizada. Eu gosto da equipe com quem atuo, eu gosto da empresa e eu procuro olhar para tudo na minha empresa, se um cliente está com uma carinha de insatisfação, eu vejo quem pode ir lá falar com ele e ver o que ele precisa.

 

Por Catarina Santiago

Comentários

Izabel Cristina Viana sousa

04 de dezembro de 2018

Profissionais com esse olhar técnico, humano e que busca o bom resultado empresa-cliente certamente fortalecem ainda mais o grupo. Parabéns a Med Imagem! Parabéns Elaine! Acompanhei seu desenvolvimento desde a recepção no Santa Maria e admiro muito sua determinação e empenho.

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