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#29374
20/03/2017
20/03/2017
Pois sendo intelectual ela num vai querer nem conversa contigo. Ela não deve gostar de mariolas como tu, que ficas a postar parvices e fatuidades (entendeu nada, né?? 😏).
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#29363
19/03/2017
19/03/2017
Li recentemente que o uso de fones de ouvidos no ambiente de trabalho é uma atitude pessoal péssima, terrivel. Uma postura de alienação, isolamento e de distanciamento dos colegas, daqueles com os quais você deve e precisa interagir, compartilhar, dar e receber. Em praticamente todas as grandes empresas do mundo o uso dos fones de ouvidos no ambiente de trabalho está proibido.
Se houver algum setor no qual funcionários estão usando fones de ouvidos, me diga. E lá irei pedir que evitem essa prática tão desagregadora. Pois precisamos incentivar a união, a amizade, o compartilhamento de informações e a troca de experiências entre os membros das nossas equipes. Em nossa empresa não devem existir "eus", só devem existir "nós".
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#29361
19/03/2017
19/03/2017
Quando cheguei à tua idade comecei a me impressionar com a forma de agir dos colegas,os seus comportamentos de ovelhas em rebanho, seus medos do isolamento, a necessidade de aprovação pelo grupo, o servilismo às vozes de comando da galera, o impulso de "ser legal" cedendo a tudo e a todos, chegando a se anular para conseguir uma vaguinha na tribo dos bacanas! É contraditório: o cara com tua idade facilmente se põe em rebeldia contra país e professores, até porque sabe que ambos estarão sempre ao seu lado, e jamais reagirão de maneira agressiva, destrutiva. A luta contra os país é um teatrinho, no qual um dos competidores luta para vencer e o outro para ajudá-lo a vencer. Muito diferente é a luta do jovem contra aqueles aos quais convencionou-se chamar de colegas, que não têm para com ele a tolerância de pais. Ao contrário de tentar protegê-lo, esses bárbaros barulhentos, agressivos e cínicos recebem o recém chegado com desdém, mostrando-lhe desde logo a imperiosa necessidade de obedecer para não ser destruído. É dos companheiros de geração que ele recebe a primeira demonstração do que vêm a ser "disputas de poder" no reino dos mais fortes, mais descarados, que se impõe sobre toda a fragilidade daquele que chega pedindo aprovação. Quantos e quantos rituais silenciosos de obediência e de humilhação terá que se submeter o pobre candidato, para escapar à perspectiva aterrorizante da rejeição e do isolamento. Para não ser devolvido, impotente e humilhado, aos braços da mãe, ele tem que ser aprovado num exame que lhe exige a anulação da sua personalidade, do seu eu. Não há dúvidas de que ele se submete a isso com prazer, com a ânsia do apaixonado, que tudo fará para obter em troca um pequeno sorriso de aprovação. Afinal, os companheiros de geração representam o mundo, o vasto mundo no qual o adolescente, saindo do pequeno mundo doméstico, pede ingresso. E o ingresso custa caro. O candidato deve, desde logo, assimilar todo um vocabulário de palavras, de gestos, de olhares, todo um código de senhas e de símbolos: a mínima falha expõe ao ridículo, e a regra do jogo é em geral implícita, devendo ser adivinhada antes de ser conhecida e macaqueada antes mesmo de adivinhada. O modo de aprendizado é sempre a imitação - servil e sem questionamentos. E aí começa a loucura, pois ele tem que lutar para se tornar igual, num mundo que depois só irá premiar os diferentes! Não é pois de espantar que esse ritual de ingresso no grupo, custando tão alto investimento psicológico, termine por levar o jovem à mais completa exasperação, impedindo-o, ao mesmo tempo, de despejar de volta seu ressentimento sobre o grupo mesmo, objeto de amor que lhe é negado, transfigurando cada impulso de rancor num novo investimento amoroso. Para onde se dirigirá o rancor, senão para a direção menos perigosa? A família surge, então, como bode expiatório providencial de todos os fracassos do jovem em seu ritual de passagem. Se ele não consegue ser aceito pelo grupo, a ultima coisa que lhe há de ocorrer será atribuir a culpa da sua situação ao cinismo do grupo que o rejeita. Numa cruel inversão, a culpa de suas humilhações não será atribuída à recusa daqueles que se recusam a aceita-lo como homem, mas àqueles que o aceitam como criança. A família, que tudo lhe deu e nada lhe pede, pagará pelas maldades do grupo que tudo lhe exige. Aí está a razão da famosa rebeldia do adolescente: amor aos mais fortes, que o desprezam, e desprezo pelos mais fracos, que lhe querem bem.
E todas as mudanças vão ocorrer numa penumbra, numa zona vaga entre o ser e o não ser, o jovem em trânsito entre o que já não é e o que não é ainda, sem consciência de si, da sua situação, e das culpas de tudo que se passa dentro e em torno de si. Seus julgamentos são, quase sempre, uma completa inversão da realidade. E, por isso, estão quase sempre um passo à frente das piores escolhas: nos estudos, na política, nas religiões, na relação com as drogas, nos relacionamentos pessoais e no planejamento do seu futuro. Cuidado, amigo, ou te adaptas aos desafios do mundo adulto ou ele te devora.
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#29359
19/03/2017
19/03/2017
Que tipo de atendimento você deseja obter?
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#29358
19/03/2017
19/03/2017
😱. Pra começar, teu juízo ninguém vai querer comprar. Tua cabeça deve estar ôca, sem cérebro. E quanto cobrarias por um dos teus rins, um dos pulmões, metade do fígado e os dois olhos? Faz aí um orçamento geral. Pagarei em 10 prestações.
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#29346
18/03/2017
18/03/2017
Vou explicar: minha mãe era uma mulher bonita. Dona Mirtes era, realmente, uma belezura. Já meu pai, era feio de assustar meninos. Por um jogo de dados do destino, meus dois irmãos herdaram a aparência da mamãe, enquanto fui brindado com a "boniteza" do "Seu" Dantas! E dona Mirtes não me perdoava o infortúnio. Lembro que, ainda pequeno, já a ouvia dizendo: "eita, mas o Zé só puxou ao povo do Dantas. Meu filho, tu estuda muito, te agarra com todos os livros que passarem na tua frente, seja muito letrado. Dizer coisas interessantes será a única maneira de um dia, quem sabe, conseguires arranjar uma namorada e um emprego". Em outras ocasiões ela dizia: "estuda, estuda, feio e pobre, passar num concurso para funcionário do Banco do Brasil será tua única salvação"... Segui o conselho da minha mãe: desde cedo me tornei um leitor voraz. E as leituras me permitiram conhecer o passado, entender o presente e planejar o futuro. As leituras me permitiram furar o determinismo social e cultural no qual eu estava perigosamente mergulhado. Assim me recriei para desenhar meu caminho, fazendo amigos, criando e adorando meus filhos, plantando boas sementes, inventando e conduzindo empresas, saltando obstáculos e escrevendo poemas, saboreando mangas, sapotís e pequis. Enquanto puder, enganando a morte e sem abusar da sorte, vou ficando por aqui, lendo, sonhando, curtindo você e outros colegas do Oiaqui...
Quanto ao que escrevo aqui, quase sempre já estava na minha memória, ou na imaginação. Por isso, muitas vezes o que digo é verdade, outras vezes é só invenção.
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#29345
18/03/2017
18/03/2017
Você tem razão, a existência humana é um grande teatro. Ou melhor, um grande circo, com seus palhaços tristes, seus leões castrados, seus espetáculos ensaiados, seus macacos sofridos, seus domadores de elefantes e hipnotizadores de cobras. Além dos trapezistas com seus saltos mortais, dos mágicos com seus engodos, dos anéis de fogo, das dançarinas do ventre e do globo da morte. Sem esquecer dos atiradores de facas, suicidas no globo da morte, zebras domesticadas, malabaristas, anões, princesas orientais, cafetões, crianças equilibristas, vendedores de ingressos, de algodão doce e pipocas. Mas o circo não existiria se não fossem aqueles que a tudo assistem: os que não atuam, que não fazem o show, mas que sem eles não existiria o espetáculo. São os espectadores; os que riem e choram, aplaudem e calam, gritam e emudecem. E que, ao final, partem. Então as luzes se apagam, caindo a escuridão. Para depois tudo se acender de novo, recomeçando um novo show, com outros espectadores, nessa eterna encenação chamada VIDA.
Você, como a grande maioria, está cumprindo seu destino: veio ao circo da vida para assistir, se emocionar e depois partir, participando como um espectador passivo.
Nem ria nem chore com seu modo de ser. Tente apenas entender.
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#29343
17/03/2017
18/03/2017
Adoção, sem condição.
Se você for criança pode dar confusão
E se for adulta pode dar em paixão.
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