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MINHA HISTóRIA

Marconi Cardoso Macedo: o segredo é tratar bem

Maqueiro há cerca de 5 meses no Hospital Prontomed Adulto, Marconi Cardoso Macedo, de 41 anos, gosta muito do que faz.

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Publicado em: 21 de dezembro de 2015

Conduzir pacientes entre os diferentes setores de um hospital. O trabalho executado diariamente por Marconi Cardoso Macêdo nem sempre é lembrado quando se fala em assistência hospitalar, mas é de fundamental importância para o bom andamento da rotina de um centro médico.

Maqueiro há cerca de 5 meses no Hospital Prontomed Adulto, Marconi Cardoso Macedo, de 41 anos, gosta muito do que faz. E assim desperta a atenção de colegas de trabalho e de clientes, que encontram no seu bom humor um apoio a mais durante o momento de enfermidade.

Ele transporta diariamente pacientes entre os diversos setores do hospital, seja por meio de macas ou de cadeiras de rodas, atendendo às chamadas via rádio que partem da urgência, UTI, das salas de exames da Med Imagem ou dos apartamentos de internação. A deficiência na perna direita, segundo ele, não interfere em nada na sua atividade. “Não tem problema nenhum, pois tudo tem rodinhas e não fica pesado”, explica.

Marconi iniciou suas atividades no Hospital Prontomed como agente de portaria. “Eu entrei como porteiro, mas ganhei um voto de confiança do Sr. Paulo (gerente de hotelaria) pra virar maqueiro. Mesmo sem ter experiência nisso, me identifiquei muito com o trabalho e hoje estou muito feliz”, afirma.

Ele conta que a melhor forma de se trabalhar é buscando sempre agradar o cliente. “Procuro atender às chamadas o mais rápido possível, ser educado ao entrar nos espaços, cumprimentar as pessoas e o cliente que vou transportar, sempre respeitando os limites de cada um. Pois cada um sabe o que está sentindo naquele momento”, destaca.

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Marconi ao lado do gerente de hotelaria, Paulo Soares

A maneira como lida com as pessoas tem rendido a Marconi boas amizades e uma ótima convivência com os colegas. “Eu busco me relacionar bem com todos e ajudar no que for necessário. Me sinto bem fazendo isso, ainda mais porque fui muito bem acolhido na empresa”, revela.

O resultado de tanta dedicação é ser querido e lembrado por colegas e pacientes que se alegram com o bom humor do maqueiro. “Um dia fui chamado na UTI pra levar uma paciente que havia recebido alta e que deveria ser transportada até um dos apartamentos do Posto “Planetas”. O apartamento dela era o “Plutão”, justamente o último do sistema solar. Usei isso pra fazer graça dizendo que ela ia pra um lugar bem distante. Ela sorriu e foi para o apartamento um pouco mais alegre”, relembra Marconi, que está a postos para atender a próxima chamada do rádio.

A.N.

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